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[FP] Ivy Reynaud Morgenstern

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[FP] Ivy Reynaud Morgenstern

Mensagem por Ivy Reynaud Morgenstern em Ter Nov 11, 2014 9:27 am



Ivy Reynaud Morgenstern

19 | Ala 2 | Auracinese | Sophie Turner


Parte 1 : (explosão)

Gritos. Isso foi a última coisa que escutei antes da explosão. Tudo aconteceu tão repentinamente que se eu não tivesse pulado pela janela a tempo não sei o que poderia ter acontecido comigo. Eu me lembro exatamente de como tudo aconteceu.
O barulho foi tão estrondoso que eu podia jurar que havia ficado surda, pois só conseguia escutar um zumbido horrível em meus ouvidos. Eu me lembro que deixei o livro que lia cair no chão de imediato devido ao susto e em seguida me dirigir a porta da biblioteca para tentar perceber o que estava acontecendo, mas uma fumaça preta tampava todos os corredores. Fechei a porta tentando impedi-la de entrar em contato comigo, mas foi uma escolha inútil, por que ela começou a passar por baixo da porta, o cheiro não era nada agradável. Ela começou a tomar conta de toda a biblioteca. Lembro de ter pego um dos livros e retirado o restante de vidro que continha da janela, tornando a passagem maior e então pulei da mesma, mas minha queda digamos que não foi muito bem calculada, acabei caindo próxima a uma árvore e meu corpo chegou a bater em um dos galhos, em seguida cheguei no chão. Havia um buraco na minha camisa e nele um corte não muito profundo na região da minha cintura, minha cabeça doia bastante, mas não havia tempo para ficar parada. Rasguei a parte debaixo da blusa com a ajuda do buraco que já continha na mesma e pressionei no meu corte, com a mão livre apoiei no chão impulsionando meu corpo para cima e em seguida me encostei na árvore tomando fôlego suficiente para correr dali. Antes que o fizesse vi uns homens com equipamentos especiais entrando no prédio, eu não ficaria ali para ver o que vieram fazer, mas com certeza não era boa coisa. Reuni todas as minhas forças e comecei a correr por entre as árvores e seguindo os caminhos sem luminosidade para que ninguém me visse.


Parte 2: (Captura)

Já se passaram dois dias depois da explosão, e um carro, ou pelo menos a carcaça de um, era o que eu chamava de cama. Ele estava em uma das ruas vazias da cidade, onde as pessoas não preferiam ir, essa era minha intenção, não ser encontrada. Nenhum dos meus familiares morava por perto ou se quer se importavam comigo, então recorrer a eles não adiantaria nada. Meu estado estava precário, não havia conseguido pegar no sono nessas duas noites depois da catástrofe, tudo ainda estava na minha cabeça como um grande filme de terror. Nunca fui de me impressionar facilmente, mas aquele dia não será esquecido. Também não havia me alimentado, estava fraca. O corte parecia estar inflamando e de vez enquanto doia um pouco. Lembro de estar do lado de fora do carro, sentada na calçada perto de um dos arbustos quando um homem alto e de terno se aproximou, ele se identificou como um médico e disse que poderia me ajudar com o corte. Eu não acreditei, não era inocente o suficiente para acreditar nas palavras dele, pelo menos até que me provasse do contrário. Mas eu meio que não tive escolha. Assim que me levantei para tentar reunir minhas forças e me afastar ele injetou algo com a ajuda de uma seringa em mim, no instante seguinte eu só conseguia ver tudo borrado a minha frente, depois tudo foi se tornando escuro. Meu cérebro dizia para que eu corresse e eu estava correndo, pelo menos mentalmente, mas minhas pernas não me obedeciam, em seguida eu não tinha nem mais raciocínio, simplesmente apaguei.

LUPA K. DONOVAN


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here you have no choise, no peace and no hope

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