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Mensagem por Finnick V. Krunsth em Sab Dez 20, 2014 3:11 pm



Finnick Viöleth Krunsth

17  | ALA 2 | GERAÇÃO DE CAMPO DE FORÇA | ASH STYMEST

Estava na sala mais próxima da saída do colégio, fumando um dos meus maços, minha mente pairava no passado. Quando minha casa fora... "BUM!". O barulho estrondoso vindo do lado oposto despertou-me do devaneio. Em um movimento involuntário fui até a janela, uma fumaça totalmente negra começava a tomar conta do local, foi quando eu vi vários homens fortemente armados, e foi quando eu quase morri. Se não tivesse sido puxado por um dos meus colegas. O som dos disparos contínuos ecoavam do lado de fora e as balhas estilhaçavam a janela e perfuravam o teto. - Mas que merda é essa? - Minha voz demonstrava agonia e medo. O meu coração palpitava rapidamente, se ele aumentasse a frequência em qual batia, era bem capaz de ir a óbito. Mas consegui sair do colégio, eu e meus amigos. Sair não fora fácil, admito que ser quase um esqueleto ajudou a fuga pela tubulação de ventilação, mas respirar ficava cada vez mais difícil, devido a quantidade de pessoas e também à fumaça, mas por estarmos perto da saída, conseguimos sair quase ilesos, como eu disse, quase. Um dos vários homens armados viram nossa fuga e começou a atirar descontroladamente, alguns, assim como eu, fomos atingidos de raspão, já outros, não tiveram a mesma sorte, mas se soubéssemos do que estava por vir, saberíamos que na verdade, os sortudos eram os mortos.

[...]

Já se passaram alguns dias desde que escapamos quase sem vida do ataque da escola. Mas sobreviver estava ficando cada vez mais desafiante. A comida natural que podia ser comida era rara e pouca, a água estava contaminada, sem os equipamentos adequados, levávamos dias para que ela pudesse ficar "limpa", e era quente. O mundo com certeza estava no ápice do fim. E não sabíamos o que era, mas alguma coisa tinha afetado a gente naquele dia.

Fugir, nós só tínhamos que fugir, mas fugir dos "M.I.B" estava difícil, todos os lugares em que nos escondíamos, eles simplesmente achavam e sabiam que não tínhamos para onde ir, que sempre ficaríamos na redondeza. Foi então no terceiro dia desde que a escola tinha sido atacada e tomada que eles nos capturaram. O sol nem raiava quando o som das hélices giratórias do helicóptero se tornava cada vez maior. - SAIAM! -  Um homem só gritava, talvez o capitão de toda a operação. Nós não tínhamos outra opção, era morrer ou se render, e nosso leviano engano de acreditar que se render era melhor saiu vitorioso. Todos nós saímos de uma gruta subterrânea, todos com as mão para trás, nossos passos eram minuciosos e o ritmo era contado. Sabíamos que qualquer ação brusca ou rápida demais seria o resultado de uma chuva de balas e por fim, nossa morte. Foi nesse dia em que descobrimos que a morte era a única salvação no mundo atual.

LUPA K. DONOVAN


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here you have no choise, no peace and no hope

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