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[p/p] Max Ehrström-Winchtöski

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Mensagem por Max Ehrstrom-Winchtöski em Sex Ago 18, 2017 7:03 pm



18 ANOS
SUL-AFRICANA
bissexual
Pacientes
Max
Damaris Goddrie
Maxine Ehrström-Winchtöski

personalidade
Max é uma mulher em sua essência, muito confusa: Não admite ser confortada e muito menos sempre mimada. Possivelmente dada a sua deficiência que a transmite para um estado de depressão, fica sempre de expressão séria e tem um linguajar quase sempre distante variando as figuras sempre de uma jovem cordial e uma extremamente entristecida. Tenta ser independente no entanto por ser uma paciente e ter lapsos confusos em sua cabeça, acaba sempre confundindo a realidade dentro de seu tratamento na instituição como também na era passada. É uma metáfora decorrente, não tem curso ou plano conclusivo. Não é comunicativa com que não a interessa ou aqueles que são desenganchados de sua vida tipicamente monocromática. Pensativa é quase uma raridade quando não a flagram em um silêncio longo pensando nas palavras as quais deve dizer. Em sua opinião, foram elas que causaram a sua auto-destruição e como uma pessoa na tentativa de ser sensata, rebuscaria ao máximo não cometer os mesmos erros de outros. Seus lugares prediletos são os que a dão credibilidade para observar e captar fragmentos sendo uma fiel admiradora de campos abertos por causa do costume ainda quando menina e também lugares altos que a disponibilizem sentir tensão.  
Educada quando quer suas manias geralmente acercam em repousar as mãos contra as coxas ou permanecer sempre de braços cruzados. Dificilmente a encontrará fitando as pessoas pelos olhos, mas disso, sua voz faz referência a espírito forte que lhe parece ser mais ausente. Em contrapartida, sua personalidade também não a permite se aprofundar em um sentimentalismo ou um senso natural de ser feminina. Sua concepção leva de prático ao encarecido dada as condições em que viveu. 
história


A luz da lâmpada incidia acima dos olhos escuros os fazendo obrigatoriamente  se fecharem. Os dedos não se movem, pois o corpo já não possui mais energia para enviar estímulos físicos. O corredor naquela altura, parecia ser extenso demais e não ter fim e ainda por cima tendo a garota no estado que estava, levaria uma eternidade. Ela tentava ao máximo que poderia, abstrair detalhes que a envolvessem no mundo plano e real. As pernas estavam em um intervalo pequeno de separação e ardiam frivolamente ao alcance do ar hospitalar. Mesmo que fosse algo muito estranho de categoricamente afirmar, ela sentia todo o oxigênio adentrar-lhe e poluir cada um de seus órgãos. Algumas lágrimas pendiam como frutos frescos de cada olho, mas na queda secavam até o final do queixo. Os homens que a sua volta observaram-na sendo empurrada pela maca, faziam comentários ardilosos. 

Uma porta então depois de muito percorrido, se escancarou com a sua presença. Naquele segundo, avistou os primeiros pares de olhos femininos vivos lhe saudarem com os lábios escondidos através de uma máscara fina e branca. A imaginação da moça não tardou em tracejar linhas que condizem com um sorriso. Largo, branco e cheio de dentes. Para ela, era o sorriso mais assustador. 

As rodinhas travam e pressente que o corpo também havia posicionado milimetricamente pensado defronte a outra mulher. Quando a assiste se posicionar rente a seu espaço, percebe a mesma  ostentar uma lâmina afiada na mão esquerda. O sorriso negligente não foi incapaz de ser escondido pelo material pálido da máscara. Ao contrário, aquilo apenas ressaltou uma expressão cadavérica criando um mapa deformado ao bater com a luz refletora das lâmpadas locais.  A garota sem sentir um comando a ser enviado pelo restante do corpo, sentiu as pupilas dilatam e a garganta trancar em secura e dor na tentativa nula de pronunciar algum som. O ruído se expandia após um momento, ficando aos poucos emudecido. Parecia como uma espécie marinha tentando realizar algum tipo de contato no oceano sempre atenta ao silêncio que lhe era devolvido. 

A companheira a contrapartida, deslizava os dedos vagamente ao entorno da anatomia da mesma esquadrinhando com os olhos em um interesse clínico, por onde começar. Optou ao final de um extensivo e tedioso monólogo, entrever o existente entre as duas pernas. 

Ou para sermos específicos, o que não existia?

O espaço foi concedido sem resistência; A mulher não tinha força sequer nem para manter as pernas dobradas fazendo a outra erguer do avental uma pequena lanterna colorindo as coxas negras em um tom azulado. Cintilando próximo a intimidade da tal, ela apura o olhar e logo percebe machucados se estenderem, marcas que aparentemente ardiam e ademais. Quando ousou tocar com o dedo - este encoberto obviamente por uma luva - Maxine, finalmente esboçou reação, tentando se encolher depressivamente contra a cama metálica. 

Seu nome é proclamado, insistente em sua cabeça. Nota que então quando uma conversa com a outra lamentando o estado físico e humano que ela estava vivendo, sua cabeça começa a desvinculá-la do momento caindo para o lado entregue a realizações pouco efetivas de quando estava acordada. Tipicamente, entregue a realidade que fosse perfeita enfim, somente perfeita. 

Essa pessoa no começo se chama Maxine Ehrström-Winchtöski.

Na sua infância ainda abolida de inocência, houvera a primeira vez que enxergou através de uma fresta de onde morara um dos irmãos nu. Lembrava-se que na memória, aquilo a deixara rapidamente corada e estranha ao tipo de sensação que sentia. Daquela vez saberia que dias depois não conseguiria conversar com o irmão sendo jogada a uma deficiência ganha desde o seu nascer. Naquele mesmo dia, também havia visto o pai nu. Ele parecia ser um professor e ditador apontando as partes físicas do garoto como quem quisesse obrigar a aprender. 

Era um tipo de educação que mais tarde ela também conviveu, em meados de seus dez anos. 

Agora essa pessoa se chama Max Ehrström-Winchtöski. Cada fase de sua vida a qual não se viu satisfeita consigo mesma, uma palavra de seu nome completo foi engolido. Agora são doze anos. 

A mente da garota já divagava sem rumo quando sentiu algo lhe adentrar com força. Aquilo parecia não ser algo bom, pois nem a emissão de uma nota ela conseguiu ser capaz de dar. Para falar a verdade, o pai mesmo já lhe aconselhava que se demonstrasse estar muito animada ao ato o qual vezes ou outras era forçada, estaria fazendo o papel de ridícula. Não sabia nem sequer o significado do substantivo portanto, não quis arriscar conhecer se era atribuído de forma positiva ou extremamente negativa. Naquela noite não pode obedecer a este ensinamento, deixando um grito escapar de dentro da garganta alegando dor. As sequelas daquele momento com o pai, foi o mais dolorido e foi passado para o restante da vida de forma imensamente obscura. 

Foi no mesmo ano que reparou na comuna que vivia; As mulheres a sua volta que conviviam unidas dentro de uma fazenda localizada a quase um fim de mundo, eram pessoas excentricamente vazias de sentimentos. Ainda criança, ganhara medo a vida adulta quase sempre dada a seus problemas interpessoais, a refugiar-se a um mundo de crenças convictas de que tudo aquilo não lhe surtiria efeito. Nesse avanço, ela não se deu bem. O relacionamento poligâmico estava prestes a ser descoberto. E quando ocorreu, finalmente ela se veria perdida. 

Já com dezoito anos, ela abriu a boca e devorou todas as letras de seu nome. Todo o alfabeto, todos os números e desmaiou perante a incontroversa que estava se tornando. Quando notou que tinha razão, que ali realmente havia um problema persistente dentro da grade familiar, era tarde. Ela entraria em colapso. 

Se uma vez havia burlado a lei do pai em se atrair a um dos irmãos ou a qualquer pessoa, não se importaria em repetir a dose em segredo; Numa tarde inverno a mãe e as demais esposas - aprendendo este esquema de relacionamento aos quatorze anos - foram trancafiadas em um cômodo pouco comum na fazenda. O pai havia delegado que precisava que elas orassem para protegê-los de uma imprevista turbulência. Max havia sido ordenada a acolher o pasto, assegurar que a carne da noite ainda estaria viva até escutar alguns suspiros escapolirem entre as rachaduras da casa, alçando um relacionamento entre dois de seus irmãos. 

Parece ser imprevisível o quão intrometida a moça era, mas também era imprevisível a forma como o andamento daquela educação corria. Todos pareciam compactuarem entre si. Um dia, via seus próprios irmãos se relacionarem entre si e até mesmo ela atrelada a essa rede incansável enredada por coisas que escondia entre o grupo e outras que eram obrigados a compartilharem com o único pai. 

Nesses sentimento de confusão, foram descobertos. Mas precisamente, pelo o quê?

Nunca havia visto outras pessoas em sua vida. Para falar a verdade, desde cedo entendia que só existia a família e tendo esta nova descoberta, não pode deixar de sentir-se realmente mal. Por que foi privada do restante do universo? Que lucro havia isto? Como se não bastasse, essa nova etapa estava sendo marcada por uma série de penalidades e bom, a causa presente nesta sala branca havia sido apenas a primeira etapa. 

Quando ela dorme, ela percebe que nada é igual quando está acordada. Felizmente, ela é uma mulher perfeita. Suas atrações não a condenam. 

Novamente entrando em refluxo, abre os olhos ao ser finalmente tocada em um ponto que a faz entreabrir os lábios. Numa ação condizente de seu reflexo, olha para cima e é cegada pela luz. As íris castanhas escuras permanecem abertas já desprovidas de um ponto natural de visão. Perguntas lhe sobressaltavam, fazendo ficar atenta a um deslize verbal. Alegam ao fundo estar destruída e incapaz de ter filhos. Engraçado, na cabeça dela não era necessário um prontuário para se ter ciência disso. A última coisa que apareceu então na sua nova vida, foi uma pergunta simples feita pela mulher mais bonita de olhos redondos e azuis:

”Qual é o seu nome?”
Max. Não, Ehrström. Não, Winchtöski. Apenas Max.


— I'm stuck inside of these lines I drew. I didn't speak it, but I always knew. That I was too far gone

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Why does it have to be like this ...

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Re: [p/p] Max Ehrström-Winchtöski

Mensagem por Alana Eve M. Salazar em Sex Ago 18, 2017 11:22 pm

Ficha Aprovada!
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Olá, Maxine! Bem, não tenho nada a falar da sua ficha a não ser elogios. Ela tem um enredo cativante e por mais que, as vezes (só as vezes), fique um pouco confuso, você consegue explicar o que quer dizer na próxima frase. Você foi aprovada. Não teria como ser o contrário. Não se esqueça de postar nos registros.

Qualquer dúvida ou informação, me contate via MP!



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The world was on fire and no one could save me but you. It's strange what desire will make foolish people do.

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