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[p/p] - Allerie Høeg. Schwärtz

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Mensagem por Allerie Høeg. Schwärtz em Sex Ago 18, 2017 9:52 pm



17 anos.
Germânica e Dinamarquesa.
Bissexual.
Prisioneiros.
L.
Charlotte McKee.
Allerie Høeg. Schwärtz.

personalidade


Inconstante e impulsiva, a dinamarquesa sofre de constantes alterações de humor. Na maioria das vezes mostra-se uma das pessoas mais felizes do mundo e, em poucos segundos pode estar afundada em uma tristeza profunda. Isso acontece, principalmente, pelos acontecimentos passados em sua vida cujos traumas se manifestam exatamente nessas alterações, criando um conflito interno que torna a sua convivência consigo mesma difícil.

Por esse motivo, por tanta inconstância, a garota costuma se drogar com remédios que a façam sentir-se "normal", alimentando um vício que existe em seu organismo desde os quinze anos de idade. Além dos remédios, Allerie é mergulhada no mundo das drogas em geral: álcool, weed, coca ou o êxtase. Não é adepta ao cigarro, pois tem medo dos efeitos da nicotina ao seu organismo.

Quando está longe de suas crises existenciais, a loira demonstra toda a sua bondade e intelectualidade; amante das artes, da literatura, do café e da poesia. Apaixonada pela História e por filmes geeks em geral. Preza pela reciprocidade e trata o próximo como gostaria de ser tratada, sendo gentil, amigável e simpática na maioria das vezes.  

Divertida e inconsequente, não mede esforços para conseguir o que quer, sempre arrumando um jeito de desdobrar ou persuadir os outros a fim do que quer. Adora aprontar, topando qualquer coisa, até pôr fogo no Instituto ou não, rs.

história


ADOLESCENTE DE 17 ANOS É DETIDA POR ENVOLVIMENTO CRIMINAL.

Em 16 de abril de 2013, em meio ao grandioso e acolhedor evento patrocinado e realizado pela rainha dinamarquesa, visando a comemoração de seu aniversário. Uma quadrilha organizada por Peter Holstein-Gottorp; grande chefe e criador da Sociedade Secreta de Holstein-Gottorp, tal qual exerce correspondência a uma máfia até então procurada por seus ataques de árduas e falhas investigações. Jamais provas de crimes foram encontradas, nem sequer suspeitos ou, testemunhas. No entanto, enfim o aprisionamento dos membros descobertos fora exercido e, para a grande surpresa de todos os dinamarqueses a integrante principal, sendo o braço direito do chefe supremo, possui apenas dezessete anos, agindo como uma maestria de descrença para todos.

Allerie Georgina Høeghör Schwärtz, nascida em 19 de maio de 1996, herdeira do clã dinamarquês de Høeghör, e do alemão de Schwärtz, fruto de um romance passageiro entre uma alemã de descendência nazista e de um nato dinamarquês, inclusive aliado da monarquia constitucional. Segundo informações de terceiros, a menina fora abandonada em um orfanato, pois o suposto relacionamento findou-se perante a descoberta da gravidez da mulher de cabelos amarelados, única referência concreta de suas características. Os pais jamais retornaram para buscar a criança.

De acordo com as informações cedidas pelos funcionários do orfanato onde Allerie fora deixada, a menina jamais fora de fácil controle, desde seus dois anos, por assim dizer. Era dotada de um dom, ou talvez suas deduções fossem extintivas, mas por mais incrível que parecesse tinha conhecimento do que os outros iriam fazer, previa involuntariamente as reações e ações dos outros, sabendo exatamente como driblá-los. Por tais coincidências, sempre fez tudo o que quis, fugindo das ordens e das exigências feitas pelo orfanato e por seus funcionários. "Ela era incontrolável". Relatou a dirigente da instituição, Madelline Göttsburg.

Por volta de seus dez anos de idade, a jovem Høeghör fugiu do orfanato, aproveitando-se das idas à escola para que memorizasse o caminho até a casa da esquina do terceiro quarteirão, cujo tom avermelhado lhe chamava a atenção. Diante das informações passadas, a criança sempre observou o local, porém jamais imaginaria que ela estivesse ali durante todo o tempo, afinal, tratava-se de uma mansão. A mansão Holstein-Gottorp, sede da quadrilha em questão.

A exposição sobre sua estadia na mansão avermelhada não fora ampla, afinal, a menor fora apreendida há poucos dias e seu estado é de caos total. Suas reações são violentas e as ameaças são incontroláveis, fora isso, os funcionários da prisão para menores infratores dizem que a detenta tem o poder de prever exatamente o que eles vão fazer. "Ela só pode ser anormal". O acordo entre as palavras da direção do reformatório se resumiu nestas palavras.

Contudo, algumas informações foram arrancadas da jovem criminosa, a qual relatou o seu envolvimento com o chefe da quadrilha, tal qual a tinha como uma filha e única funcionária de confiança. Ele a treinou para que se tornasse quem é, bem como a ajudou a lidar com as pessoas ao seu redor e a como vencer, sempre. Allerie disse que deve a vida a esse homem. Além disso, comentou com os entrevistadores sobre um rapaz denominado Alex, sem nenhum sobrenome divulgado. Disse que todo o atentado fora em prol da vingança pelo suposto sequestro do rapaz, que é filho legítimo de Peter. Segundo informações anônimas, o desaparecimento do jovem fora obra da rainha por puro ódio.

Em síntese, nota-se que a infiltração da jovem no aniversário da rainha fora a arma utilizada por toda a quadrilha. Seu objetivo era envenenar a vítima com um presente especial: Uma joia de diamantes raros. A substância letal estaria misturada ao ouro que, ao entrar em contato com a pele causaria queimaduras indômitas, espalhando as toxinas mortais pelo corpo da suprema e, assim, a assassinando em menos de um minuto.

ALLERIE GEORGINA DHØRIËTZ ESTÁ DESAPARECIDA.


No dia 13 de janeiro de 2016 indicações e suposições revelam que o desaparecimento da infratora fora algo inesperado. Não se sabe se ouve uma fuga ou a levaram, mas o que sabemos é que Allerie está desaparecida e todas as autoridades dinamarquesas e alemãs estão buscando o paradeiro da jovem. "Sabemos que ela não irá muito longe, afinal, não existe mais uma mansão avermelhada para ela se esconder" Relatou o chefe do departamento policial dinamarquês. A caça à garota dinamarquesa tinha seu início.

Ps. A imprensa germânica e dinamarquesa não fazia ideia de que Allerie havia sido enviada para o Instituto Mortiri, onde viria a ficar aprisionada por tempo indeterminado após  os homicídios cometidos em uma tentativa de fuga do reformatório. A menina utilizou o mesmo veneno produzido para a rainha, aplicando-o nas vestes dos funcionários da prisão para menores, causando um quase massacre, deixando vários indivíduos feridos e outros mortos.

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Prisioneiro
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Player :
Prisioneiros

Ala :
Homicídio e cúmplice

Idade :
Nenhuma

Frase :
here you have no choise, no peace and no hope

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Re: [p/p] - Allerie Høeg. Schwärtz

Mensagem por Leone Barth S. Mortiri em Dom Ago 20, 2017 10:45 pm

Ficha Aprovada!
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Boa noite, senhorita que não é Winchtöski, mas tem sobrenomes impossíveis de ser pronunciados! Como falei no chatbox, durante a lida da ficha, menina, que... Vou me conter de palavrões, mas que ficha maravilhosa. Só digo isto, maravilhosa; acho o suficiente.

Não esqueça de postar nos registros.

Qualquer dúvida ou informação, me contate via MP!





[15:22:33] @ Leone Barth S. Mortiri : O chupa-cu existirá
[15:22:43] Caleb Björk-Winchtöski : Chupa cu KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
[15:22:46] Francesca Montecchio : Era você né, Leone?
[15:23:15] @ Leone Barth S. Mortiri : Sempre fui eu
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Diretor
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Diretores

Ala :
Tarado pela Alana

Idade :
Nenhuma

Frase :
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