[p/p] - Jennifer Vega Chevalier( Em construção)

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Mensagem por Jennifer Vega Chevalier em Dom Ago 20, 2017 1:12 am



19 anos
Canadense
Bissexual
prisioneira
Jen, Jeni
Eiza Gonzalez
Jennifer Vega Chevalier

personalidade

É uma garota determinada, objetiva e de personalidade forte. Leal e protetora com seus amigos, protegendo-os de qualquer forma. Mesmo com seu jeito superior, é muito insegura por dentro e  isso á torna irritante as vezes, trazendo duvidas ao seu caráter.  Mas apesar do que aparenta, a garota muitas vezes não sabe diferenciar quem está sendo gentil com ela e quem está querendo algo a mais dela.


história

Bom, antes de mais nada devo começar me apresentando e dizendo tudo sobre mim ao mesmo tempo em que começo a contar a história de meus pais.

Em Ottawa, mais especificamente 30 de janeiro de 1980 após uma noite em um clube qualquer do local, uma morena, chamada Elizabeth, caminhava pelas ruas calmamente, sempre olhando ao redor para ver se não tinha ninguém atrás, era sempre assim desde que ouviu notícias sobre assaltos, estupros e etc. Mas naquele dia em especial, não tinha nada disso, somente uma garota assustada a procura de paz para ir para sua casa. Nesse mesmo tempo, um homem, vulgo Daniel, estava andando calmamente pela mesma rua com as mãos no bolso e olhava a rua movimentada, começando a andar quando esbarrou em algo, ou melhor em alguém. No momento em que a mulher estava prestes a cair, Ele a segurou e ficou olhando nos olhos, nos lindos olhos castanhos da morena presos nos seus olhos claros e sorria de um jeito que a garota nunca achou que tivesse visto antes. Acho que isso é o que se pode chamar de amor á primeira vista.

Durante muito tempo, eles ficaram amigos, saiam em encontros mas não sabiam por onde começar, não sabiam o que dizer, não sabiam como contar quem estavam apaixonados um pelo outro. O Tempo passou e um dia, Daniel criou coragem e qual foi a alegria ao saber que  ela sentia o mesmo e se entregaram um ao outro.

30 de janeiro de 1990, foi o dia em que a pequena Jennifer nasceu e foi o que trouxe mais felicidade a todos. Ela viveu bem, sempre foi uma garota cativante mas nunca imaginou que com a chegada de seu novo melhor amigo, tudo iria mudar. Alexandre Strigal sempre foi uma criança solitária e a garota sempre foi uma garota alegre e extrovertida. Ele ficava o tempo todo a olhando de um jeito bastante assustador, todos pareciam notar menos a morena, o tempo foi passando e a garota nunca percebia, seus pais tentavam a avisar sobre o estranho amigo de Jennifer mas ela não parecia ouvir e acabou que isso sempre ocasionava em brigas entre os três. Com o tempo, mais ou menos quando a garota tinha 15 anos, a briga foi ficando cada vez mais intensa tanto que chegou ao ponto em que a garota morena saiu de casa, ela caminhava com as malas pela calçada na noite fria quando foi abordada por seu amigo, Alexandre. Ele estava a olhando totalmente enlouquecido, o sorriso do garoto estava maior que o normal e foi então que lhe abordou sobre suas malas e a garota falou, relatou sobre ter saído de casa e foi quando ele a convidou para sua casa e ela aceitou de bom grado, nunca imaginou que ali seria um cativeiro para ela e mais algumas garotas que se pareciam com ela. Ao chegar, ele segurou fortemente em seu braço, deixando suas malas caírem e caminhou a passos rápidos atrás dele sem entender nada do que estava acontecendo. Ele abriu a porta de um quarto e a abriu, revelando três garotas ali que a garota reconheceu pelas fotos que apareciam nos noticiários, ele a jogou ali e fez a garota ir em direção ao chão sem entender o que diabos estava acontecendo naquele momento. Se aproximou da porta, socando a mesma enquanto gritava mas no momento em que se cansou, virou para as três meninas e ficou as olhando sem entender muita coisa.

O tempo foi passando e a garota estava ali fazia 2 anos e nada mudava em sua vida, somente em uma noite em que entrou no quarto onde as três garotas se encolhiam de um jeito absurdo, ele se aproximou e a pegou pelo braço saindo do quarto, a garota olhava ao redor a procura de algo para fugir daquele lugar que a tanto tempo tenta tal ato mas não tinha nada, ele sempre a encontrava antes da mesma fugir, ela se sentia péssima por ter brigado com seus pais por conta daquele maluco que havia a prendido quando na verdade, ela quem estava errada de o proteger tanto. Mais uma vez, seus pais estavam certos e ela errada. Ao chegar perto de um quarto, arregalou os olhos processando o que aconteceria naquele momento, ela não podia acontecer, não mesmo. Ao se aproximar do quarto, começou a se debater tentando sair daquele aperto que o que ela mais queria era fugir, não podia de jeito nenhum. Balancei a cabeça negativamente, o vendo com a face mais macabra de qualquer outro momento, ele iria mesmo fazer isso mas é claro que não. Ao adentrar, ele a soltou trancando a porta e ela se mantinha longe o tempo necessário para ele não tentar nada e ele tentava se aproximar a todo custo enquanto ela tentava fugir correndo pelo quarto, coisa que se tornou impossível quando ele a jogou na cama e tirou suas roupas, em alguns momentos, rasgava a dela enquanto ela se debatia, lutava com toda a força que tinha. Claro que não teve nenhum exito com o que queria e acabou que ele realmente fez o que ela mais temia aconteceu, ela tinha sido estrupada por ele várias e várias vezes naquela noite. Quando levantou com as pernas bambas, o viu abrir a porta e o empurrou saindo do quarto correndo em direção as escadas mas no mesmo instante, sentiu alguém a empurrar daquelas escadas e ela desabou escada abaixo, desmaiando no momento seguinte.

Quando acordou no dia seguinte, estava no quarto que dividia com as meninas e elas estavam ao seu redor todas preocupadas com seu estado, ela precisava fazer algo e se levantou calmamente colocando a mão na cabeça e suspira sentindo doer ainda olhando ao redor, ele não estava ali e também não deixou a porta aberta, nem mesmo um pingo de esperança ele queria que elas sentisse. Suspirou enquanto pensava em alguma forma de fugir e olhou para as garotas tendo o plano perfeito para tal ato. Após a noite cair, olhou para as meninas quando escutou a porta abrir e se virou para ela sorrindo de lado e o vendo entrar no mesmo instante em que assentia para duas meninas e as mesmas se jogaram para cima dele enquanto ela e a outra corria pelos corredores daquele lugar até a saída onde a porta estava destrancada e saiu correndo com a menina avistando um carro passando e bate no vidro, o vendo abaixar e pede ajuda, adentrando o carro no mesmo instante indo para a delegacia ou esse era o seu destino mas quando estava prestes a sair, Alexandre parou na rua e disse que era sua irmã e que ela tinha muitos problemas e o homem não teve outra alternativa a não ser deixa- lá ir. Quando voltou para o mesmo quarto, Jennifer apanhou por várias e várias noites, tendo que aguentar torturas que não gostaria nem de lembrar e ainda por cima, teve que presenciar a morte de cada uma de suas colegas de cativeiro, em uma noite, ele tinha saído e deixado tudo aberto sabendo que não voltaria a fugir. Ledo engano, quando teve a oportunidade de fugir, fez o possível e quando conseguiu, estava olhando para as ruas desesperada por ajuda quando um carro de polícia para e ela adentra o mesmo, contando o que sabia e ao chegar ao local, o denunciou, sorriu aliviada e as abraçou o vendo ser preso e suspirou, esperando por noticias de seus pais, ela queria se desculpar ao mesmo tempo em que não sabia se eles queriam a ver. Qual foi sua felicidade quando eles adentraram a porta tão desesperados quanto ansiosos por noticias da filha e chorando de saudades, correu até eles os abraçando. Mas nem tudo são flores, durante o tempo em que passou a se acostumar com sua casa, era possível ter várias alucinações de Alycia, Alison, Beatrice e Fernanda dizendo que ela era fraca, que deveria ter o matado. A morena bem que tentou ignorar mas ficava pior a medida que ela se acostumava com sua nova vida. Em um dia, estava em uma lanchonete com muitas pessoas conversando, sorrindo mas foi quando tudo começou... As vozes em sua cabeça começavam a gritar enquanto a garçonete falava contigo e então Jennifer se levantou, empurrando a garota para o chão



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