[p/p] - Freddie Sülford Rawllins

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Mensagem por Freddie Sülford Rawllins em Seg Ago 28, 2017 2:11 pm



20 anos
inglesa
homosexual
pacientes
free/fred
xavier dolan
Freddie Sülford Rawllins

personalidade

A isolação é o primeiro passo para pular do penhasco, mas não o único motivo. Freddie pode parecer um garotinho inofensivo, que normalmente está a averiguar as situações, as analisando de forma profunda e criando suas próprias conclusões do certo e o errado. Não seja só mais um na vida do pobre menino, que foi abandonado tantas vezes por ser diferente dos padrões sociais, mas isso não era algo que o fez mudar, na verdade apenas fortaleceu sua bondade no coração. Aceitar que ser bom não é um defeito era o necessário para entender que quem o manipulava era o errado da história.

A emoção sentida pelo jovem é de extrema intensidade, se ele o amar, você será a pessoa mais importante em sua vida, se ele te odiar, você será seu pior inimigo. Não deixe que um sentimento faça Freddie te definir, ele é um variável inconstante nesse mundo, perdido pelos próprios pensamentos, as vezes, abusivos. Ele não é uma pessoa ruim, ele é o contrário disso. Sentir demais pode ser considerado um defeito, mas só descobriu quando foi diagnosticado com a síndrome de Alice no país das maravilhas ou síndrome de Todd (AIWS).


história

O amor é o sentimento mais puro do mundo. Ou talvez não?

O início é o relacionamento irresponsável entre um traficante de drogas e uma usuária deslocada do mundo. A junção da paixão entre os envolvidos trouxe a vida o pequeno Freddie, um garotinho aparentemente sem futuro, que seguiria os passos daqueles que moravam as custas dos próprios pais, ricos que deixaram seus filhos a beira da miséria, sustentando-os apenas com onde morar. Uma casinha no centro da cidade, fedida com o cheiro das drogas, mofada com a água da chuva que caiu, suja com a falta de higienização. Em que mundo uma criança sobreviveria naquele estado?

Era óbvio a se pensar que os assistentes sociais iriam aparecer algum dia. Na realidade, demoraram o suficiente para traumatizar a criança. Freddie foi levado a um orfanato com dez anos de idade, separado de seus pais biológicos que o fizeram se tornar um jovem ignorante, analfabeto, sem saber o certo do errado.

Dentro do estabelecimento aprendeu a maioria das coisas que sabe hoje, embora não tudo. A maldade do mundo era algo desconhecido e ter aquela idade era desconfortante, ninguém queria adotar um jovem nascido das drogas, já mais velho que os demais, então o tempo apenas passaria, dia pós dia.

Errado seria aqueles que achavam que Freddie jamais conheceria o amor. A adoção demorou, mas aconteceu quando estava com treze anos completos, no dia do seu aniversário. Uma família vinda de Joanesburgo, classe média-alta e que sofreram na Inglaterra até os dias atuais por serem participantes de um grupo de minorias o levaram para ser seu filho, afinal, sua nova mãe possuía mioma uterino, uma espécie de câncer benigno que desfavorecia a mulher de ter filhos.

A chance de ser de uma família era um sentimento único, embora diferente. O garoto cresceu recebendo o amor que nunca teve, aprendeu muitas coisas sobre como era a vida, frequentou escolas de boa qualidade, fez consultas com psicólogos uma vez por semana e tudo aparentemente começou a se ajeitar.

Dezenove anos, estudante de filosofia, um exemplo de pessoa. Freddie se tornou alguém muito diferente do que foi destinado a ser, mas o fim da felicidade chegou quando conheceu seu primeiro namorado. O jovem se deu por completo ao garoto, demonstrou sentimentos que nunca havia sentido, começou a viver de verdade, mas triste quando descobriu que era traído, pior sabendo que era seu melhor amigo a pessoa com qual seu namorado se relacionava enquanto estava junto dele.

Odiar, amar, sentir, por que estamos aqui? Qual o sentido da vida? Tudo da errado quando parece concertar, estraga, sempre estraga.

O garoto mudou, de novo mudou. Trauma atrás de trauma, inconstantes variações de desespero, de se sentir um nada. Mudança de humor, mudanças constantes de personalidade, depressão, bipolaridade, qual era seu problema? O psicólogo tentava entender, mas Freddie falava em soluços, choro, uma energia negativa que parecia não ter fim.

Remédios não estavam sendo o suficiente, Freddie parecia estar enlouquecendo. Seus pais atuais tentaram fazer o possível, mas nada parecia ser o suficiente, exceto a internação no instituto mortiri, conhecido por tratar pessoas com patologias psicológicas.

Então não, o amor não é o sentimento mais puro.

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People help the people

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Re: [p/p] - Freddie Sülford Rawllins

Mensagem por Alana Eve M. Salazar em Qui Ago 31, 2017 12:16 pm

Ficha Aprovada!
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Olá, Freddie! Confesso que senti um pouco de pena de sua personagem... Mas espero que ele consiga achar amor em Mortiri. Sua escrita foi muito boa e eu não tenho críticas. Seja bem-vindo.

Não esqueça de postar nos registros.

Qualquer dúvida ou informação, me contate via MP!



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The world was on fire and no one could save me but you. It's strange what desire will make foolish people do.

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