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[p/p] Geneviëve Heatz Schroëder

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[p/p] Geneviëve Heatz Schroëder

Mensagem por Viëve Heatz Schroëder em Seg Ago 28, 2017 3:47 pm



15 anos
Italiana/alemã
demissexual
Prisioneiros
Viëve, Vie
Sage Tullis
prosopagnosia
Geneviëve Heatz Schroëder

personalidade

Inocente sempre fora uma forma de descrever a pequena garota. Que mesmo não enxergando rostos, confiava perfeitamente em todas as pessoas ao redor. Em seu rosto sempre fora mantido um alegre sorriso, que suspostamente herdado de seu pai, era dito como um dos pais bonitos de sua família. Entretanto, com os acontecimentos em sua vida, a garota tornou quieta e observadora, mantendo-se atenta a quaisquer pessoa ou frases dita perto de si. Sempre desconfiada de tudo e de todos, ela mostrou-se ágil quanto a fugir de problemas agora que não possuía mais nada a perder.

Parece que se você deixa de usar um sentido acaba por aprimorar outro. Os olhos se tornaram difíceis, mas a boca estava ríspida: ela está presente, apenas observando, tomando notas mentais de tudo e todos e caso fosse ameaçada, sabia como defender-se com palavras. E embora ela não seja capaz (e não queira) de se expressar, ela tenta ajudar as pessoas que possam ser mais fracas que ela, concertando seus problemas.
história

Nascia em um berço de ouro, a pequena criança fora esperada e planejada pelo os seus pais, a qual era reconhecido pelo incrível clichê de família feliz que não escondiam nada das pessoas. Richard Schroëder era o primogênito da família, a qual possuía o direito de herdar todas as ações da empresa, inclusive a mansão principal da família. Seu convívio com irmã era notório, e ele não diminuía palavras a qual pudesse elogia-la, sempre começando com as palavras: Uma garota dócil e incrivelmente inteligente.
Com o casamento do primogênito, em alguns anos veio por fim a filha do casal, a qual fora batizada pelo nome em homenagem a sua avó, Geneviëve, entretanto para diferencia-las, sua mãe havia lhe apelido de apenas Viëve.

Crescera de forma feliz, sendo mimada pela sua família em um ponto a qual ela não expressaria ou teria que pedir qualquer coisa, porém ainda quando criança em uma de suas brincadeiras de correr pelo jardim da casa de campo de sua família, acabou por tropeçar em uma das peças soltas da calçada. Tudo estava bem apesar do leve corte, até os primeiros sintomas da doença surgirem, sendo as primeiras pessoas que ela não conseguira reconhecer foram seus pais, e logo mais o restante de sua família, e com todos os testes sendo efetuado, a pequena Viëve fora diagnóstica com prosopagnosia. A porcentagem para tal doença era mínima, porém conforme o convívio com seus famíliares, a garota já não conseguia reconhecer nenhum deles, definindo-os apenas pela voz.

Mesmo com o diagnóstico terrível, os pais de Viëve a tratavam com carinho o suficiente para que aquilo não lhe afetasse, retirando-a da escola e lhe dando tutores com a qual ela tivesse confiança o suficiente para manter-se perto mesmo que não reconhecesse seu rosto. E assim mantiveram-se, porém em uma noite a qual voltavam de uma festa beneficente, o freio do carro a qual a família se encontrava falhou, e assim sofreram um acidente ocasionando na morte dos pais da pequena garota.
Órfã dos pais, tivera que se mudar para a casa de sua tia que seria sua parente mais próxima, fazendo uma grande amizade com sua prima, Laurel. A partir daí as coisas se tornaram cada vez mais estranhas. A forma como ela era tratada se tornou mais rígida e grossa, começando aos poucos a suspeitar do que poderia estar acontecendo por ali.

Em uma de suas noites a qual passeava pela a enorme mansão em busca de um atrativo a qual fosse o suficiente para lhe dar sono, pode ouvir então supostas vozes que eram-lhe familiar, a fazendo aproximar-se pela inocência em uma tentativa falha de uma suposta conversa entre parentes, entretanto, o que ouvira não fora de seu agrado. A conversa a qual supôs ser seus tios – pai de Laurel, sua prima – afirmando que o motivo do acidente que causara a morte de seus pais não era nada mais que um homicídio planejado pelo casal com a simples intensão de que toda a herança Schroëder fosse passada para eles, e isto chocou a pequena Geneviëve, que ao tentar fugir daquele local, tombou em um dos vasos de plantas que debuxou-se ao chão, mostrando aos seus tios que ela havia ouvido toda a conversa.

Em seu desespero único, a garota correu por toda a mansão em busca da porta de saída, passando por governantas que a olhavam curiosa, porém sabendo que a pequena criança possuía a doença que nunca as reconheceriam em seus atos. E ao ter saído com êxito da enorme mansão, correu para a floresta que se localizava ao lado, tendo a mesma densa o suficiente para que não pudesse enxergar nada a sua frente, ouvindo apenas os latidos de cães ferozes que sabia exatamente que estavam atrás de si, e cada vez mais se aproximando. E ao tentar desviar-se para uma rota diferente, topou em um galho de arvore certeiro em sua testa, que com o choque e impacto ao chão, fez a garota dormir em sono profundo pelo desmaio.

{...}

Quando seus olhos se abriram, o terror ainda maior tomou conta de si. Estava algemada dentro de um carro, e a vista que se podia ver ao longe era de um enorme castelo que parecia ser dos filmes de terror a qual ela via em sua infância e em um choro silencioso, a garota permaneceu até a adentrar no famoso hospício de Mortiri.

Questionamentos do porque ela estava ali, ou porque era tão malvados com ela foram feitos, porém a cada palavra dita, tapas de homens grandes e ‘’sem rostos’’ ela recebia, e aquilo a fez apenas tornar-se ainda mais quieta, e desconfiada de tudo e de todos.
Seus dias em Mortiri eram comuns como em hospícios, e aquilo a estava deixando ainda mais louca. Não reconhecia ou distinguia as vozes que a todo tempo, pareciam ser apenas de pessoas diferentes. Ao longe, podia ser ouvido gritos, porém ela recusava-se a acreditar que algo ruim estivesse acontecendo.

Em uma de suas noites comuns indo ao banheiro, Viëve esforçava-se para tranquilamente tomar seu banho, até sentir uma mão tocar-lhe seu corpo, virou-se rapidamente assustada vendo um corpo masculino agarrar-lhe, tocando partes de seu corpo em um abuso, a garota esforçou-se para soltar dele, e por estar molhada, escorregou para o chão se soltando, engatinhando para fora do pequeno box e segurando no ferro a qual usava para prender a toalha, entretanto o mesmo estava enferrujado, quebrando assim que a mesma colocou força nele para levantar. Ao longe, observou o homem voltar em sua direção, e atrás do mesmo pode ver uma outra pessoa correr em sua direção, mas não fora a tempo. Em sua proteção a garota agarrou o ferro com força em suas mãos e o girou no ar, acertando em cheio a cabeça do homem o fazendo cair, tendo aos poucos pequenos gotas de sangue escorrer aos pés. Os gritos que saiam de seus lábios eram ensurdecedores, e espantada, sentia apenas o abraço de uma garota loiro com o rosto bonito, que apenas dizia-lhe que tudo ficaria bem, entretanto, Vieve estava chocada de mais com o seu ato para notar de que finalmente conseguia ver o rosto de outra pessoa além do seu próprio.

Fora resignada pela nova garota até seu aposento, entretanto no dia seguinte, fora deportada para uma ala nova, com pessoas ainda mais estranhas que a anterior, e com gritos ainda mais ensurdecedores.

Mais descrições serão feitas em breve, porém como podem notar, Viëve se encontra no local por motivos que não se originalizaram de sua doença, então futuramente será mais descrito o seu convívio com pessoas diferentes a ela.
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Prisioneiros

Ala :
Prosopagnosia

Idade :
Nenhuma

Frase :
here you have no choise, no peace and no hope

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Re: [p/p] Geneviëve Heatz Schroëder

Mensagem por Alana Eve M. Salazar em Qui Ago 31, 2017 12:11 pm

Ficha Aprovada!
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Boa tarde, Genevieve! Devo dizer que sua escrita está impecável... Assim como a história. Desejo sorte à essa pequena dentro do Mortiri. Seja bem vinda.

Não esqueça de postar nos registros.

Qualquer dúvida ou informação, me contate via MP!



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The world was on fire and no one could save me but you. It's strange what desire will make foolish people do.

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