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[p/p] Margaretha A. Messalina

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Mensagem por Margaretha A. Messalina em Sex Set 01, 2017 11:43 pm



21
FRANCO-BRITÂNICA
PANSEXUAL
PACIENTES
MATA/ MARGIE
Taylor Lashae
Margaretha Antonietta Messalina

personalidade

Dois anos atrás era considerada uma dependente química, hoje é apenas uma jovem comum que faz o uso de ervas medicinais para se livrar de um transtorno de ansiedade que não existe. Na realidade, é uma adolescente normal se o psiquiatra relevar seu  um forte complexo de Édipo e o affair que mantém com o irmão mais velho quando decide beber ou fumar mais que o normal ela.

Possui uma mente organizada e por vezes metódicas com suas ações e possui grande paixão em química e jardinagem, sendo quase uma terapia no intuito de fazer ela esquecer que está em um buraco esquecido pelos Deuses. Mas não se engane por sua aparência delicada e seu tom de voz monótomo, ela é a rainha dos coices e por debaixo de seu físico magro e pequeno esconde uma ótima pugilista. Nunca mentiu em sua vida e apesar disso só causar problemas ainda mantém esse costume.

história

O complexo de Édipo começou quando sua mãe se casou pela segunda vez após um divórcio conturbado. Houve uma grande mudança da França para o Estados Unidos que ela era muito pequena para lembrar, apenas lembrava do cheiro da jaqueta de couro misturado com o cheiro de vinho barato e perfume caro que seu novo pai possuía quando a carregava de um avião para o outro. Foi naquele momento que deixou sua mãe de lado.

Até os quatros anos seu fundo foi preenchido com o cheiro de cigarros e o som alto de vozes brigando em uma língua que ela nunca se deu o trabalho de aprender; Dos quatro aos quinzes a vida foi cheia de altos e baixos corriqueiros: Reclamava para acordar cedo, gostava de ficar abraçada com a mãe na cama, odiava lavar a louça e fazia os deveres de casa sempre obrigada, usando a ajuda dos outros mesmo quando não precisava. Talvez o fato mais extraordinário em sua vida fosse o fato de tomar aulas de lutas, para controlar uma histeria instável, assim como uma raiva oriunda de alguma disfunção hormonal. O som dos discos de vinis e o sotaque americano que invadia o quintal imenso que ela jamais pensou que teria na vida dominava essa parte da vida.

Dos quinzes aos vinte tudo não passou de um borrão distorcido.

Por nenhum momento abandonou seus estudos ou suas funções sociais no colégio, era uma aluna exemplar e participava de grupos de ciências em campanhas internacionais. Mas passava suas noites em festas suspeitas, sempre chapada ou bêbada e agarrada do pescoço do irmão bonitão, que jogava os costumes e morais pela janela depois do segundo copo de vodka. Ambos se completavam em um complexo de Édipo hostil. John buscava a atenção da mãe que perdeu assim que a irmã nasceu e Margaretha buscava o colo e o cheiro de couro do padastro que nunca ia conseguir.

Foi numa dessas noites, antes de tudo que usava se tornar legal, que sua mãe a encontrou. Presa em um pequeno quarto, prestes a entrar em um coma alcoólico, cantarolando e tocando em um violão emprestado em um tom de voz rouco e agradável. O tom de voz não diminuiu a raiva de sua mãe, e o fato de nunca mentir também não ajudou.

Uma, duas, três chineladas na bunda e uma ordem para visitar um psiquiatra, que diante de ameaças do irmão mais velho de Margaretha, com medo de ter suas ações descobertas, fez com que a irmã fosse institucionalizada em um lugar para loucos.  E a convicção de que ela repetia de não ser louca não deu bons resultados em seu prognostico.

Internada como Dependente química em um lugar repleto de adolescentes que vivem em uma eterna competição de quem é o mais dramático que o outro, ela se torna um pequeno ponto brilhante na escuridão do lugar, sempre de bom humor e tentando vender suas artes de origami que faz com papel em troca de alguns cigarros e medicamentos que a faça ficar mais louca que o batman. Afinal, se algum dia se encontrar preso em um covil de loucos, tente ficar que nem eles, nem que seja por efeito de algumas drogas.

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here you have no choise, no peace and no hope

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