MONTECCHIO GIANNI, FRANCESCA

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MONTECCHIO GIANNI, FRANCESCA

Mensagem por Francesca Montecchio em Qui Maio 31, 2018 7:20 pm



Francesca Montecchio
Paciente
nick Nat
meio de contato vem de zap bb
pronomes ela
nome Francesca Gianni Montecchio
apelidos Fran, Frances, Francisquinha, Franzinha, Framboesa
nascimento 21/04/1996
idade vinte e um
sexualidade hétero
nacionalidade Verona, Itália
hobbiePintar
fobiapalhaços
+ 2 medos fundo do mar e suas criaturas
problemas de saúde? Hematomania e Transtorno Obsessivo-Compulsivo
face claim Dove Cameron
curiosidades

• Sua mente é muito fértil, costuma inventar histórias e ao invés de conta-las de forma narrada, pinta diversos quadros.
• Tem paixão pela história de Romeu e Juleita, acredita que a família tem a maldição que o casal carrega
• Acredita que o espirito no namorado falecido a rondeia e a protege, sempre lhe dando bons conselhos quando se precisa
• Tem prazer pela dor do próximo, dificilmente tem seu humor abalado, está sempre sorrindo
• Tem paixão pelas cores vermelho e branco, suas roupas consistem apenas nesses tons. Apenas seus quadros tem cor.
• Se ela pudesse realizar um desejo, pediria ser o centro das atenções por onde fosse, seja no bom ou no mau sentido.
sobre você
Palavras doce e delicadas podem descrever uma garota como eu, podem descrever a faixada de uma garota como eu. A timidez representa, mas está estampada em meu rosto, a inocência me cerca, mas basta me trancar entre quatro paredes que eu lhe mostro coisas que você jamais viu. Deixe meu comportamento te enganar, deixe que a voz suave te embale, deixe que o jeito manhoso te encante. Posso revirar seus sentidos, provocar até onde eu não aguento, quero ultrapassar seus limites.

Passe a mão na minha cabeça e diga que eu sou uma boa garota, assim você me conquista, me diz o que precisa que eu faço para ti, lealdade é para poucos, preze pela minha. O lado egoísta pode surgir, talvez de gata eu vire cobra pronta para o bote, vingativa até o fim. A lábia é minha melhor amiga e a ambição minha companheira, vou com unhas e dentes atrás do que eu quero não importando se a coleção será de amigos ou inimigos. Depois do que vivi, nem a morte me amedronta.

Um ponto fraco? Que tal você.
como parou aqui?
A prisão seria fria demais, mas eu sou merecedora de tal lugar. Com a influencia que meus pais tiveram durante o julgamento a melhor forma de me manter em segurança e "presa" perante a justiça seria em um lugar como o Mortiri. Eu não me arrependo das mortes, havia prazer em cada gota de sangue que escorria sobre os lençóis que dividi com Zack durante anos. Cada grito de dor arrepiava, cada garganta rasgada me excitada, o sabor do liquido vermelho... nem se fala. Todos tiveram um fim tão lindo, ao lado de um casal se amando verdadeiramente, apesar de que no fim ele também tenha partido. Jamais esquecerei a unica pessoa que realmente me amou e que depois da morte, ainda me ama.  
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HISTÓRIA
"Lembre-se que somente eu irei amar você, Francesca..."

Contos de fadas geralmente começam com uma história trágica, como exemplo a Cinderela, que perdeu a mãe e ganhou uma madrasta insuportável, levando de brinde duas irmãs malvadas, mas no final, tudo deu certo, ela conseguiu ir ao baile, conheceu o príncipe, perdeu o sapatinho e ele a encontrou. Felizes para sempre. Contos de fadas são assim, mas o meu começa com uma história feliz e acaba em tragédia... Infeliz para sempre.

Cresci em Veneza, na Itália. Meu sobrenome carrega uma história, Shakespeare escreveu sobre minha família, os Montecchio e os Capuleto sempre em pé de guerra, mas os apaixonados Romeu e Julieta só pensavam em ser felizes para sempre... Olhe só, pensavam como eu e tiveram um final tão terrível quanto. Seria maldição do sobrenome? Culpa deste autor maldito.

Desde pequena brincava por entre as vinícolas, minha família é uma das grandes produtoras de vinho da região e família de Zack é uma das nossas "sócias", os negócios entre nossos pais é antigo, mas o nosso amor era recente. Posso dizer que já nasci tendo um amigo, ele era apenas 1 ano mais velho que eu e cuidava de mim como se eu fosse a sua mais preciosa joia, mamãe dizia que desde muito novinhos ela via o brilho do amor em nossos olhos, era como se o destino estivesse sendo extremamente generoso conosco nos entregando de bandeja esse amor. Mal sabia ela que o fim não seria um sonho, tudo uma pregação de peça da vida.

A vida era perfeita, amor de pai e mãe, filha unica cheia de mimos, um amigo leal e fiel para brincar, vizinhos que eram tratados como familiares, um sonho. Mas, o pesadelo começava ainda quando muito pequena... Eu tinha 9 anos e Zack 10, ele tentava me ensinar a andar de bicicleta sem rodinhas, era um ótimo incentivador, não demorou muito até que eu aprendesse, ele sempre corria ao meu lado para garantir que se a bicicleta tombasse eu não iria cair no chão e me machucar. Numa dessas corridas, por descuido, o mesmo tropeçou e com o tombo ralou os joelhos, um deles tinha apenas arranhões, mas o esquerdo escorria pequenas gotas do quente liquido vermelho. Salivei e o encarei, ele era forte sobre aquela dor, mas eu não me sentia forte para segurar aquela vontade. Lembro como se fosse ontem, olhei nos olhos de Zack e ele pareceu entender o que eu queria: Prove... - Ele disse. E assim fiz, passando devagar a língua sobre o machucado, sentindo o sabor doce do ferro, suspirando de satisfação e como uma droga aquilo me viciou rapidamente, queria todos os dias desde então e com o tempo Zack me apelidava de cadelinha, pois toda a vez que eu provava de seu sangue, eu o lambia até o fim.

Zack gostaria de me ver feliz e nutria meu vicio dando suor e sangue, literalmente sangue, seus braços e pernas sempre machucados e ralados, ele gostava da dor em me fazer feliz e por mais que me doesse o peito vê-lo machucado, eu queria por mais, cada vez cortes mais profundos, mais sangue que se espalhava, mas precisávamos pensar em outra alternativa, qualquer dia desses eu mesma o mataria para bebe-lo por inteiro.

Conforme fui entrando na adolescência fui criando um perfeccionismo com meu próprio corpo, eu não tinha cicatrizes, detestava andar no sol, cuidava da minha pele muito bem e Zack apreciava isso, pois eu só conseguia permitir marcas em meu corpo quando nós fazíamos amor. Ele sentia-se orgulhoso quando minha pele branca estampava a vermelhidão de suas mãos. Quando criança o gosto por sangue não era visto como algo sexual, mas assim que descobri o prazer de um orgasmo meu corpo tremia em desejo de gozar com aquele mesmo gosto de ferro na boca. Zack me deixava feri-lo fazendo amor, seus lábios sempre estavam machucados pelas minhas mordias assim como seus ombros, nos braços cortes com a lamina afiada que ele deslizava para me ver sorrir, tudo por mim, minha culpa aquilo acontecer, minha culpa amar aquilo tudo.

Nossos pais aprovavam nosso relacionamento, mas se soubessem o quão toxico era, talvez jamais tivessem nos proposto a ideia de estudar fora. O Canadá era nosso destino, iriamos para lá estudar a língua e concluir os nossos estudos, quem sabe iniciar uma faculdade. Ambos tínhamos o sonho de continuar os negócios da família, fundir ambos os negócios, seriamos a maior vinícola da Itália. Até que um dia eu passei dos limites... Já éramos residentes do novo país, aos 17 anos feri ele gravemente, o sangue que ele perdeu foi tanto que precisamos correr para o hospital onde ele ficou internado por dois dias para se recuperar. Sugeri a Zack que talvez eu precisasse de um tratamento, mas ele negou e disse que daria um jeito, que eu não precisaria abrir mão de nada que eu amava.

Passaram-se poucos dias após o acidente, menos de uma semana e os reflexos da falta de sangue começavam a ser notáveis, o estresse, a ansiedade, por vezes insonia, tão torturante, mais torturante ainda era ver que Zack parecia sofrer mais que eu, ele tentou me oferecer o sangue de animais pequenos como esquilos, mas eu tinha repulsa a sangue de animais, eu queria o quente sangue de nós, como uma pequena vampirinha.

Enquanto estava no meu trabalho de meio período como ajudante de uma professora no jardim recebi uma ligação, hoje a noite haveria um jantar especial em nossa casa, Zack foi cuidadoso ao não me dar os detalhes, pois queria que fosse uma surpresa e pelo tom da sua voz ele estava feliz e isso me deixava feliz. Não houve tempo para tomar um banho ou colocar roupas mais bonitas, assim que abri a porta do apartamento dei de cara com Zack segurando uma taça de vinho, em risos, junto a um rapaz de pouco mais de vinte e poucos anos:

- Ai está ela! - Zack disse se aproximando, onde me tomou nos braço e sussurrou em meio a um abraço "apenas siga o teatro", dando-me um selinho em seguida. Fui apresentada ao tal rapaz, um jovem que sonhava em ser advogado e que pela lábia de Zack havia sido convencido a me encontrar, pois eu poderia lhe dar uma bolsa para a faculdade. Como havia sido mandado, segui o roteiro, segui a peça, fui uma ótima atriz naquela peça. Conforme o vinho acabava e a madrugada acontecia o clima esquentava, Zack sugeriu que sentássemos na sala, sobre meu tapete branco, para uma conversa mais casual.

O rapaz e ele trocavam piadas e dialogavam sobre diversas coisas, meu namorado permaneceu abraçado em mim, me acariciando, tocando, beijando naquele ponto fraco da nuca, percebia a maldade de Zack, ele queria não só me excitar, mas deixar nosso convidado assim também, mas por que? Ele nunca me disse seu interesse pelo mesmo sexo: Pode toca-lo... - Ele sussurrou em meu ouvido e colocou a pequena lamina sobre a minha mão, com o cuidado para que o jovem não pudesse ver e caminhando como uma gatinha eu me aproximei da visita, esbanjando meu melhor sorriso. Em resumo, assim que ele se deitou sobre o tapete branco eu fiz o corte em seu pescoço, tudo ali se pintou de vermelho e como uma leoa eu ataquei... Como um leão Zack me atacou e sobre o sangue, o corpo, a maldade, fizemos amor. Desde então cada semana recebíamos alguém diferente em casa. Eu não sabia como Zack se livrava dos corpos, mas meu trabalho era tirar a mancha de sangue e a fascinação pela mistura do branco com o vermelho na hora do ato fazia com que eu me empenhasse nisso e tudo voltava a ficar tão limpo quanto antes.

Crescemos mais, amadurecemos e o prazer pelo sangue aumentava, continuamos nossos momentos a dois da forma macabra aos olhos alheios, mas aos nossos, era lindo. Mas tudo que é bom dura pouco... Com o passar do tempo a policia achava provas que envolviam Zack em diversos crimes, desde homens até mulheres eu provei do sangue graças a ele, mas um dia não pudemos esconder,fomos descobertos e condenados. Zack confessou todos os crimes e me fez parecer doente para que eu não tivesse que cumprir a mesma sentença que ele, de cúmplice virei o experimento dele, como ele mesmo disse, ele se culpou por esse meu jeito e contou em meio a um juri que toda a fascinação pelo sangue ele havia me ensinado, ele havia me manipulado, porque era o prazer dele me ver matar alguém. Por isso eu não fui ouvida, apenas recebi a intimação, deveria ser internada para tratar meu desencaixe psicológico influenciado pelo meu namorado, como o juiz mesmo disse.

Antes de morrer, os presos tem o direito de fazer uma ultima refeição que eles mesmos podem escolher, mas Zack pediu para que passasse sua ultima noite comigo e com nossa família, por sorte a mão do juiz foi "molhada" pelo pai dele e o pedido foi aceito, o meu psicologo disse que seria bom para mim ter uma despedida positiva de Zack já que vivemos juntos a vida toda.

Em nosso apartamento, na nossa linda cama com os edredons brancos nos deitamos, a festa de despedida havia acabado, todos choravam menos nós, estávamos sendo fortes um pelo outro. Abraçada a ele eu cedi, as lágrimas escorreram e ele me consolou: Eu não quero morrer longe dos seus braços... Faremos do jeito que gostamos, do jeito que eu morreria feliz. - Entendia o que ele queria dizer, mas ainda sim eu não queria. Nos amamos por horas, a noite de amor mais linda que tivemos, no ápice da noite ele me olhou com lágrimas nos olhos e disse suas ultimas palavras: Lembre-se que somente eu irei amar você, Francesca... - E antes que eu pudesse responder ele passava a lamina sobre sua garganta, seus últimos esforços e últimos suspiros foram para me dar prazer e eu aproveitei cada instante o vendo desfalecer, o vicio foi maior que a dor da perda, a ultima vez que eu o provava, a ultima vez que seu sangue me tocava a boca, a ultima vez que eu o amava.

No dia seguinte fui encontrada nua sobre um corpo ensanguentado, todos procuraram não ficar chocados, mas foi quase impossível não ver o horror em seus olhos e como destino fui encaminhada para o famoso Instituto Mortiri, onde fui diagnosticada com Hematomania e TOC com predomínio de comportamentos compulsivos, pelo fato de ter a obsessão pela limpeza e pelas cores branco e vermelho. Talvez ficar num lugar como esse não fosse tão ruim se Zack pudesse me acompanhar, pois ele não era um assassino, era um doente que assim como eu, não queria a cura.


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I know how much
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I know that you got
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