[p/p] Harry Rhyes-Winchtöski

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[p/p] Harry Rhyes-Winchtöski

Mensagem por Ragnor Østberg Königsland em Sab Ago 19, 2017 7:03 pm



19 anos
Inglês
Hetessexual
Prisioneiros
"HaHa"
Dylan O'Brien
Harry Rhyes-Winchtöski

personalidade

Como todos ao seu redor sabem, Harry havia uma mente desordenada e completamente sarcástica, fruto de anos observando o jeito de seu pai. Por mais que o odiasse profundamente, o fato de que o homem era dono de uma das mentes mais brilhantes que já vira não mudava. Sua face serena e a tranquilidade em observar reações ao seu redor facilita o jovem de se manter em seu devido controle, principalmente ao lado de suas irmãs. Devido sua insanidade mental não ser tão visível quanto dos demais irmãos, sua afetividade com as caçulas fora para um lado mais carinhoso, mesmo entre as inúmeras violações em que era obrigado a realizar. As vozes de seu pai fixaram uma ideia de proteção sobre quaisquer membro da família, tal sentimento que se intensificava quando se tratava de Chloe e Max. Mas esses fatos não o torna menos instável e desequilibrado, mostrando-se psicótico e a passos de tombar para um lado psicopata. Sua doença psicológica parece estar em uma constante evolução, tornando a imagem e as vozes do Sr. Winchtöski mais evidente e constante com o passar do tempo, retornando diversas vezes para as torturas e violações realizadas no porão da imunda e horripilante fazenda. Por este motivo, não se sabe a capacidade de Harry, sobre quais loucuras ou até quando poderá surtar, sendo uma bomba relógio a todo instante.




história

Suas pálpebras mantinham-se fortemente fechadas enquanto o jovem, com sua mente insanamente instável, tornara a ter inúmeros vislumbres de seu passado. Seu cérebro parecia sofrer de algum masoquismo ao trazer à tona todas as lembranças que Harry lutara tanto para acobertar, mesmo que falhasse em algumas situações, mas era o suficiente para manter-se ligado um por cento na sociedade ao seu redor. De fato, relações sociais se tornou um constante desafios para os Winchtoski. Porém, iremos por partes. Quaisquer informação sobre o obscuro passado familiar de Harry o levou para aquela situação, todas interligadas de alguma forma.
 
  A princípio, começaremos com o lobo solitário. O criador de todo o inferno na vida de oito jovens. Seu primeiro nome nunca fora revelado devido sua tamanha descrição, tal descrição que mesmo entre os intitulados “familiares” se mantinha intacta. Todos os chamavam por seu sobrenome por qual ficara extremamente famoso, Winchtoski. E outros o chamavam apenas por doutor, pois o mesmo havia se tornado um exímio psiquiatra, ou era o que todos deveriam pensar. Mas como em todas as historietas de terror, o mocinho nunca é, de fato, o mocinho. Sua mente e personalidade tombavam para um lado em que poucas pessoas conheciam, e isso ocasionou em alguns experimento inumanos e completamente insanos, onde suas vítimas seriam expostas à constantes violações físicas. O doutor Winchtoski, por ser alguém famoso e influente, nunca fora investigado. Pelo menos não afundo, mantendo sua carreira e vida pessoal intactas. Seus experimentos se resumiam em estuprar mulheres e implementar o próprio sêmen nas mesmas, pois sua ideia de procriação já se tornaram algo distorcido a ponto de transformar aqueles atos em obras primas. Mas, este era apenas o começo de sua caminhada para o criação do verdadeiro inferno.
 
  Numa segunda parte de sua vida, o doutor Winchtoski havia um enorme prazer em possuir mais de uma mulher, obviamente. Sua poligamia se tornou em uma constante tortura quando o mesmo decidira manter, a princípio, três mulheres em uma mesma casa. Localizada numa fazenda distante de quaisquer centro urbano, assim se livrando de interrupções e/ou investigações sobre seus estranhos afazeres pessoais. As três mulheres foram incessantemente violadas sexualmente pelo homem, que não poderia parar até conseguir finalmente suas criações, o auge de sua carreira. Ou pelo menos era o que ele deveria pensar. Após muitas tentativas com diversas mulheres, o médico pôde contemplar suas oito criações. Oito bebês que estariam fadados ao inferno. Alguns deles possuíam a mesma mãe, mas nada mudaria o fato de que estavam completamente perdidos naquela velha fazenda.
 
  As torturas e encarceramento começaram desde cedo para os pequenos moradores daquela fazenda horripilante. Os que nasceram primeiro, tiveram uma relação um pouco mais social com o pai, mas nenhum escapara da violência imposta pelo mesmo. Tal violência que aumentara com o passar dos anos, tornando-se tão insuportável para quaisquer dos filhos que todos desenvolveram uma certa doença psicológica. E com Harry, não fora diferente. Cada frase do pai fora gravada em sua mente, todos os seus hábitos, suas ordens e o modo grosseiro de falar. O garoto não conseguia manter a imagem do pai fora de sua mente, vendo-o constantemente, mesmo quando, de fato, não se encontrava no local. Os sintomas se agravaram com o passar das noites. Aquela memória em específica o fazia ter uma pequena reação. Mesmo com as pálpebras repousadas, suas orbes se contorciam e um calor subia sobre a pele do moreno, ofegando pesadamente. O pai, não se conteve com as cicatrizes visíveis pelos corpos de seus filhos, e os forçou a seguir o mesmo caminho que tomara antes de tê-los. Os irmãos violentavam quase todas as noites às caçulas, fazendo-os borbulhar um ódio ainda maior dentro de si. E Harry, por ter um laço afetivo um pouco melhor com algumas das irmãs, fora torturado em dobro por negar obedecer ao pai por algumas noites. E fora assim por longos e intermináveis anos.
 
  Avançando um pouco mais no tempo, chegaremos ao dia em que Harry fora mandado para um hospício. Estar na cena de um crime não é muito aconselhável, principalmente quando o assassino é um de seus irmãos. Tivera que acompanhar sua irmã, Chloe, até o local onde o crime poderia acontecer. Porém, chegaram atrasados. O jovem só teve tempo de envolver a caçula em seus braços como uma forma de proteção, tampando seus olhos e ouvidos. Um som seco e ensurdecedor dera início aquele terrível dia. Após os policiais chegarem ao local, Harry parecia desnorteado. Sua mente embaralhava de informações e surtos, focando suas orbes no vazio, tornando toda aquela correria em apenas um borrão. Seu pai adentrava em sua mente novamente, sussurrando palavras de ódio. Às vezes até mesmo tentava o guiar para fugir, se esconder ou até mesmo lutar contra os guardas. Mas não havia motivos, certo? Uma dúvida sempre percorria pelo corpo do jovem. As orbes fitaram a face da irmã e quase instantaneamente sua mente clareou, retornando a ser são. Não poderia deixa-la sozinha em um momento daqueles.
 
  Harry fora levado para prestar depoimento sobre o ocorrido. E seus instintos tornavam suas respostas completamente evasivas, não dando uma informação completa tanto sobre o assassinato, tanto quanto o seu passado. Tudo ocorrera como o planejado, até um certo ponto. Quando o jovem Winchtoski estava próximo de ser liberado, um dos investigadores tocara em um tópico instável e emocional por parte de Harry. Suas irmãs. Suas orbes fitaram o investigador transbordando de ódio devido as inúmeras provocações e insultos em que o mesmo proferia propositalmente, estando ciente de uma ruptura mental presente no garoto. E para piorar, as imagens e vozes sobre o pai retornaram ainda mais fortes, fazendo-o ter um misto de sentimentos entre ódio e medo. E em meados a esse desespero e ambas as vozes, de seu pai e do investigador, Harry deixou-se levar por seu momento, atacando o homem presente na sucinta sala. E seu caminho fora definido, Mortiri, onde, de acordo com os especialistas, o jovem iria recobrar sua sanidade.
 
  Resumidamente, esse fora o caminho em que Harry percorreu até sua cela, deitado sobre um emaranhado de panos e um colchão desconfortável. Obviamente, o jovem não sabia de seu futuro naquele lugar, e também não havia noção de que seus familiares poderiam estar todos juntos. Mas de uma coisa ele tinha certeza. Não poderia ser pior que voltar para a fazenda.




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Re: [p/p] Harry Rhyes-Winchtöski

Mensagem por Leone Barth S. Mortiri em Dom Ago 20, 2017 10:16 pm

Ficha Aprovada!
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Boa noite, senhor com desvio da realidade! Mais um Winchtöski... Como não me surpreendo mais, ahn? Enfim, vou poupar de detalhes, porque, no momento, estou cansado. Parabéns pela aprovação.

Não esqueça de postar nos registros.

Qualquer dúvida ou informação, me contate via MP!





[15:22:33] @ Leone Barth S. Mortiri : O chupa-cu existirá
[15:22:43] Caleb Björk-Winchtöski : Chupa cu KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
[15:22:46] Francesca Montecchio : Era você né, Leone?
[15:23:15] @ Leone Barth S. Mortiri : Sempre fui eu
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