Don't be a bitch, be the bitch

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Don't be a bitch, be the bitch

Mensagem por Leone Barth S. Mortiri em Seg Maio 12, 2014 9:45 pm

HUDSSON
SELF
NOME COMPLETO: Cassandra Fitch Hudsson.
IDADE: 17 anos
ALA: 4
ORIENTAÇÃO SEXUAL: Homossexual
NACIONALIDADE: Búlgara
PHOTOPLAYER: Cara Delavingne
FRIENDS
Zöe Foxx: Incrivelmente irresistível, seria as palavras exatas em que Cassie definiria a garota. Tiveram um breve caso, embora os sentimentos nunca se foram por completo. Cassandra a ama, e jamais deixara de sentir isso, mesmo que a mesma jamais a queira de volta.
Jynx Hoegsmith: Leal amiga. Conheceram-se através de alguns jogos feitos em Mortiri, além de compartilharem os tuneis, criando um elo indestrutível em ambas garotas.
Beatrice Cappola: Primeiramente, não deram-se muito bem, porém mostrou ser de muito valor na vida de Cassandra. Não há jeito melhor de divertir-se do que na presença de Bea.
Därio Noah: Pouco falaram-se, porém é de muito valor para a garota. Em meio a confusões, Cassandra fora uma das pessoas cujo salvou o menino de um dos jogos, desde então, trocaram algumas palavras, o suficiente para torna-los bons amigos.
Margo François: Definidamente uma das melhores amigas que Cassie poderia pedir. Ambas compartilharam uma ligação entre um dos jogos, ajudando uma a outra a sobreviver dentro do mesmo. Cassie tem em mente de que Margo, embora longe, sempre fora a mais próxima dela.
HISTORIA
A vida em Bulgária não era das melhores, Cassandra poderia afirmar. Sentou-se ao chão, ainda era muito nova para entender alguns acontecimentos. A sua frente estava uma cama, encostada sobre a parede. Havia a silhueta de uma mulher sobre ela, sua mãe. Seus pés e mãos estavam presos por correntes e havia algo por cima dela. Cassie não entendia aqueles movimentos, tinha apenas quatro anos.
A mãe gritou e lagrimas sobressaltaram de seu  rosto pálido. Ela choramingou baixinho, o que estava acontecendo? Suas mãozinhas foram para mais perto, porém a mulher pediu para que se afastasse. Havia um homem sobre ela. Apenas mais tarde ela entenderia que era um estupro.
***
Já se passava anos desde a morte de sua mãe. Cassandra caminhava ao lado do pai, embora os pés estivessem doendo. Os braços e pernas permaneciam cobertos, as cicatrizes da última noite não eram perceptíveis. Ela chorava, baixinho, enquanto seu pai tentava demonstrar conforto.
Eles não tinham dinheiro e agora ele sóbria de leucemia. O médico dissera que o tratamento seria muito caro e seu pai não podia voltar a trabalhar. O que ela faria? Não tinha mais de treze anos. Mas a vida é uma luta onde não se pode perder, talvez por que desistir seja uma decisão onde apenas os mais corajosos conseguem finalizar.
Foi por meio de uma amiga que descobriu o método mais fácil de conseguir dinheiro. Todas as sextas e sábados, ao mesmo ponto, ela trajava seu casaco de veludo e a langerie vermelha por baixo. Os sapatos de salto alto e a maquiagem a tornavam mais velha, embora o corpo revelasse a pouca idade.
Então aconteceu. Sentira dor, porém nada disse. O cliente era muito mais velho do que esperava, mas seu pai precisava do dinheiro com urgência. Ele não questionou a idade de Cassandra, apenas a usou como um boneco, sem delicadeza alguma. Naquela mesma noite, voltou para casa chorando, mas forçou um grande sorriso para que seu pai não percebesse onde passara tantas horas.
***
Completara então 15 anos, a vida continuava a mesma e seu pai não parecia melhorar. Os médicos diziam que aquele tanto de dinheiro jamais pagaria o tratamento necessário. Sentiu-se inútil. Estava cansada da vida que levava, dos caras que passavam a mão sobre seu corpo, de forma selvagem e agressiva. Alguns batiam, outros lhe amarravam. Tudo era liberado quando tratava-se de Cassandra, ela era uma garota de primeira classe, como diziam os clientes mais íntimos.
Então o dia chegou. O seu pai não resistiu sobre a maca do hospital e deixou-a sozinha no mundo. Ela encolheu-se ao seu lado. Sentia-se suja e usada, tudo em vão. Não conseguira salvar a vida do pai e agora teria de ser adotada, ou pior, seria jogada em um orfanato qualquer durante todo aquele ano.
***
Cassandra fora então adotada por uma nova família. Todas as noites o seu novo pai adentrava seu quarto e lhe usava, abusada da garota mesmo com o saber da esposa. A esposa, por outro lado, maltratava a menina com um chicote, enquanto era forçava a limpar a casa nua. Eram certamente loucos.
O tempo passou e aos 17 anos já não parecia aguentar. As drogas e o álcool lhe libertavam da realidade, mas era quase impossível fugir da mesa. Para piorar a situação, uma merda de explosão a colocou sobre Mortiri, onde começava a viver como uma louca e aos poucos realmente tornava-se uma
EXTRA

• Cassie possuí duas cicatrizes constantemente re-abertas sobre o peito do pé. Isso acontece pois a mesma possuí Transtorno de Personalidade e Transtorno de Conduta, devido aos traumas sofridos durante a infância.
• Sua homossexualidade veio aos traumas com homens. Por causa dos estupros e da prostituição passada, ganhara um tanto nojo de garotos, e acabara por atrair-se apenas por garotas.
• Quando nervosa, a menina procura sempre desviar os olhos. Algo que é muito marcante na menina é o modo como consegue transmitir todos os sentimentos pelo os olhos.  
• Certa vezes, torna-se muito bipolar. Quando uma sentimento é muito forte, tudo a sua volta começa a movimentar-se ao redor da garota, e ela torna-se indomável. Esse deslizo de poderes nunca fora contido e há muitas chances de que esse “tornado” aconteça quando a raiva lhe ataca.

▼OFF





Última edição por Cassie Fitch Hudsson em Ter Jul 15, 2014 6:11 pm, editado 2 vez(es)


[15:22:33] @ Leone Barth S. Mortiri : O chupa-cu existirá
[15:22:43] Caleb Björk-Winchtöski : Chupa cu KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
[15:22:46] Francesca Montecchio : Era você né, Leone?
[15:23:15] @ Leone Barth S. Mortiri : Sempre fui eu
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Re: Don't be a bitch, be the bitch

Mensagem por Leone Barth S. Mortiri em Seg Maio 12, 2014 9:59 pm

Some are born great, some achieve greatness, and some have greatness thrust upon them.
— W. Shakespeare.

Cassandra Hudsson
03:45pm
Ala 4
Frio

Querido Diário
Minha cabeça parece estar lotada. Isso acontece de vez em quando. As vozes voltam com vigor e ameaçam minha sanidade. Papai teria me dado uma palheta e um violão, a música as acalma. Mas nessa hora não há ninguém aqui. Meu peito do pé está sangrando, mais uma vez.
Diário, não me leve a mal. A dor é quase insignificante. O sangue está de uma cor diferente, já seco. Eu escrevo pois as paredes desse quarto são cheias de rostos que já me enjoaram. As vezes eu vejo meu colega de quarto entrar entrar, mas raramente trocamos algumas palavras.
Estou em uma semana difícil. Meu transtorno está voltando. O silencio é o melhor remédio quando não tem a quem lhe cuidar. Mas não vou chorar, não agora. Francamente, esse lugar não merece nenhuma lagrima em que eu já derramei. Ele não merece nem ao menos as feridas, mas isso já um caso antigo.
Apenas queria ter alguém para abraçar essa noite. Alguém que me visse desse modo e limpasse minhas cicatrizes. Tudo bem. É um pensamento muito romântico para alguém como eu, mas todos somos capazes de provar um pouco do amor.
Está na hora. Eu gostaria de escrever um pouco mais, mas precisamos sobreviver antes de contar a verdadeira história..


[15:22:33] @ Leone Barth S. Mortiri : O chupa-cu existirá
[15:22:43] Caleb Björk-Winchtöski : Chupa cu KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
[15:22:46] Francesca Montecchio : Era você né, Leone?
[15:23:15] @ Leone Barth S. Mortiri : Sempre fui eu
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